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“A Cura Acontece no Brinquedo”

  • Foto do escritor: Feltro verso
    Feltro verso
  • 9 de jul.
  • 1 min de leitura


crianças brincando


Quando falamos em cura emocional, muitas pessoas pensam em algo sério, técnico, distante da infância. Mas e se eu te dissesse que brincar também cura?

No Feltroverso, acreditamos profundamente no poder terapêutico do lúdico. Por trás de cada personagem de feltro, cada história doce, cada joguinho fofo… existe um convite à reconexão com aquilo que mais nos falta: leveza, acolhimento e afeto.

O psicanalista Donald Winnicott, conhecido por seus estudos sobre o brincar, dizia que “é no brincar e somente no brincar que o indivíduo, criança ou adulto, pode ser criativo e usar a personalidade integral.

Já a psicóloga e arteterapeuta brasileira Luciana Nissim aponta que o lúdico é uma “ponte entre o inconsciente e o consciente”, permitindo que o indivíduo se expresse sem medo, sem julgamentos, com segurança emocional.

Até mesmo em abordagens mais técnicas da psiquiatria, como nas terapias ocupacionais, jogos simbólicos e atividades criativas são usados como ferramentas de autorregulação emocional.

Mas o mais bonito de tudo é perceber como, intuitivamente, o ser humano já sabe disso. Crianças brincam de cuidar, de construir, de explorar — e é assim que elas curam seus medos.

No Feltroverso, a gente não esquece disso. Acreditamos que a brincadeira é uma forma séria (e doce) de autocuidado.

Por isso, por trás de cada cantinho encantado que criamos, existe uma intenção terapêutica profunda — ainda que venha vestida de pelúcia, cheirando a infância.

Feito com carinho, Érica

 
 
 

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